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E AGORA EU SOU ASSIM!
Edição Especial

MP3 CD + BONUS TRAX +
WALLPAPERS + ADESIVOS
+ POSTER


Você pode adquirir através do e-mail eddiehost@gmail.com ou nos stands da banda nos shows


 

 

MÚSICAS

2007 - E AGORA EU SOU ASSIM


O Monstro [letra]
Boneca de Pano [letra]
Sobre Coisas Que Não Consigo Ser '07 [letra]
Fiz Você [letra]
Marche Ou Morra [letra]
Medo de Quem Já Morreu [letra]

2006 - HARMONIA MUNDI: Gothic & Electro Sounds From Far Horizons - Latinamerika


Host - Ojeriza
(faixa 16)

Compilation
Danse Macabre Records

Compre pelo site:
www.dansemacabrerecords.com


2005 - QUEM NÃO PODE MORRE


Obrigado [letra]
Sobre Coisas Que Não Consigo Ser [letra]
Aos Poucos [letra]
Ojeriza [letra]
Canção dos Derrotados [letra]
Paranóia [letra]
Tão Assim [letra]
Fake [letra]
Enquanto Você Dorme

...E AGORA EU SOU ASSIM (2007)

O MONSTRO
(Eddie)

Não adianta nem tentar me convencer de que o mundo é bom
Eu já tentei e não me adaptei
Morri cem vezes, dessa vez vou conseguir tentar me sufocar
Me asfixio com meu próprio ar

Aquela idéia que eu tinha sobre como consegui mudar
Você ainda acha que eu tentei te enganar
Do outro lado tua voz me pareceu tão mal que até chorei
Não acredito que o verme sou eu
(O verme sou eu)

Eu quero melhorar, mas não consigo
Me readaptar, eu não consigo
O monstro que nasceu em mim
Me fez tão mal e agora eu sou assim

Se ao menos eu soubesse um jeito mais normal de te satisfazer
Não me faria pior do que eu sou
Nada mais justo que o ódio que circula dentro de você
Teu veneno feito pra me esquecer

Ainda espero o dia que eu não faça mais você sangrar por mim
Pra ter de volta o que um dia eu perdi
A tolerância e a falta de certeza sobre o que ainda está por vir
Perdoe a falta de afeto em mim
(Eu não era assim...)

Eu quero melhorar, mas não consigo
Me readaptar, eu não consigo
O monstro que nasceu em mim
Me fez tão mal e agora eu sou assim

Se pudesse me escutar
Se eu pudesse te tocar
Te mostrar o que eu sou
Ou quem costumava ser
Eu não quero ter você
Só pra te fazer sofrer
Nem sei mais o que eu sou
Só sei que não sou mais...ninguém

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BONECA DE PANO
(Eddie)

Mais uma vez teve a infância roubada
Das mãos de quem lhe devia carinho
Por sua vez ela agüentava calada
“Vai ser pior se você der algum pio”

Fique como sua boneca de pano surrada

Será que isso nunca vai acabar
Eu rezo à Deus pra ele fazer você morrer
Na minha idade eu não posso matar
Já que não adianta mais rezar pra não sofrer

E sua vida se transforma num inferno
A noite vem e não preenche o vazio
A escuridão não interpreta palavras
Mas as paredes absorvem os gritos

Como sua boneca de pano surrada

Será que isso nunca vai acabar
Eu rezo à Deus pra ele fazer você morrer
Na minha idade eu não posso matar
Já que não adianta mais rezar pra não sofrer

Suados cento e quatro quilos de pura demência
Sobre seus frágeis ossos que mal aprenderam a andar
Tão reta quanto tua forma é tua inocência
Tão longe é quando essa agonia vai terminar

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SOBRE COISAS QUE NÃO CONSIGO SER
(Eddie)

(Quem pode, pode e quem não pode, morre)

Quem pode olhar pra trás e se orgulhar do que construiu
Dizer que o mais feliz como ninguém nunca viu
Quem pode ter certeza de que amou ao menos uma vez
e pode confiar, fechar os olhos e se entregar

Eu posso ver, mas não te ouvir
Eu posso até nem ter pra onde ir
Mas sei de onde eu vim
Mas quem não quer se convencer
De que é melhor ser superficial?
Quem pode ser melhor que eu?

Não eu!!!

Quem pode, pode e quem não pode morre!

Que pode fazer parte desse jogo e alguma vez ganhar
Sair vitorioso ou se perder não se importar
Quem pode banido, torturado e ainda sorrir
Ser humilhado, destroçado e mesmo assim não ligar

Posso tocar, mas não sentir
Salivar sem poder engolir
Correr até cair
Mas quem não quer se convencer
De que melhor se auto-destruir?
Será que há alguém capaz de te impedir?

Não eu!!!

Quem pode, pode e quem não pode morre!

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FIZ VOCÊ
(Eddie)

Os pedaços que eu trouxe são daqueles que eu sempre amei
E seguiram em outra direção
Costurados sobre os ossos da pessoa que eu sempre sonhei
E o coração eu roubei de alguém
Que nunca viu o amor do jeito que eu conheci
Clichê romanticida que partiu-se em dois
Mas de alguma forma ele me serviu

Fiz você
Do jeito que eu quis
Por Você
Mudei meu mundo
Quis você
E agora não dá pra saber
Quem é você
E quem sou eu
Ou quem controla quem

Nos teus braços, outros traços
Outra forma de sentir você
À forma da imaginação
Nessa hora em seus olhos, dentro e seco na primeira vez
Esperei a tua reação
Mas nem sequer chorou
Parece que nem quis sentir
Do mesmo jeito triste eu te mostrei o amor
E acabei com o humano que existiu em mim

Fiz você
Do jeito que eu quis
Por Você
Mudei meu mundo
Quis você
E agora não dá pra saber
Quem é você
E quem sou eu
Ou quem controla quem

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MARCHE OU MORRA
(Eddie)

A colheita desse ano não vai ser melhor
As sementes que plantaram já viraram pó
No chão seco nossa alma nunca germinou
Não espere plantar ódio pra colher amor

Não há nada de errado em mim
E não há nada de novo por aí

Uma ovelha que se desgarrou
Não aceita mais as ordens desse bom pastor
E quem mandou não nos lobotomizar
A terça parte do rebanho quer se rebelar

Eu to falando da minha geração
Eu to falando da minha geração
Eu to falando da minha geração

Não há nada de errado em mim
E não há nada de novo por aí
Não há nada de errado em nós
E não há nada, nada, nada

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MEDO DE QUEM JÁ MORREU
(Eddie)

Porque que o céu hoje está tão triste
Eu deixo a vida pra provar que existe
O outro lado que você tem medo
Se revelar tão frágil teu segredo

Teus olhos sempre me observam em toda direção
E a cada passo meu eu sinto tua ilusão
Com medo de ficar sozinho na escuridão
Vendo que o tempo deformou a tua perfeição

Eu tenho medo de quem já morreu
Por que ele quer voltar?
Se o céu ou o inferno não for só o principio
Não posso te ajudar

Já diziam desde cedo que eu vou morrer
E fui crescendo com a certeza de que nada
pode impedir o trem das sete chegar na estação
Ninguém escolhe dia e hora pra locomoção
É que a gente se acostuma ver morrer alguém
Mas quando chegar nossa hora você vai pensar
Que a morte é violenta e não tem poesia alguma
E que é sempre tarde pra quem quer recomeçar

Eu tenho medo de quem já morreu
Por que ele quer voltar?
Se o céu ou o inferno não for só o principio
Não posso te ajudar

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QUEM NÃO PODE MORRE (2005)

OBRIGADO
(Eddie)

E se algum dia eu não quiser lembrar
O que esses dias representam
Vai ser mais fácil que tentar dormir
Ou que rezar dez mil novenas

Nada parece ter sentido então
A não ser tua inocência
O que eu, perdido, posso fazer por ti
É estragar a tua essência

Mas obrigado por tentar me amar
Obrigado por tentar me amar
Obrigado por me fazer pensar
Que existia alguma coisa em mim
Que vale a pena me fazer tentar
Porque ainda existe alguma coisa em mim
(mas obrigado mesmo assim)

Não vale a pena tentar se enganar
Não posso ser mais sincero
O tempo passa e eu não vou mudar
Não quero te machucar de novo

Você merece alguém melhor que eu
Um dia tudo clareia
A escuridão não ofuscou você
Não culpe tua indulgência

Mas obrigado por tentar me amar
Obrigado por tentar me amar
Obrigado por me fazer pensar
Que existia alguma coisa em mim
Que vale a pena me fazer tentar
Porque ainda existe alguma coisa em mim
(mas obrigado mesmo assim)

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SOBRE COISAS QUE NÃO CONSIGO SER
(Eddie)

(Quem pode, pode e quem não pode, morre)

Quem pode olhar pra trás e se orgulhar do que construiu
Dizer que o mais feliz como ninguém nunca viu
Quem pode ter certeza de que amou ao menos uma vez
e pode confiar, fechar os olhos e se entregar

Eu posso ver, mas não te ouvir
Eu posso até nem ter pra onde ir
Mas sei de onde eu vim
Mas quem não quer se convencer
De que é melhor ser superficial?
Quem pode ser melhor que eu?

Não eu!!!

Quem pode, pode e quem não pode morre!

Que pode fazer parte desse jogo e alguma vez ganhar
Sair vitorioso ou se perder não se importar
Quem pode banido, torturado e ainda sorrir
Ser humilhado, destroçado e mesmo assim não ligar

Posso tocar, mas não sentir
Salivar sem poder engolir
Correr até cair
Mas quem não quer se convencer
De que melhor se auto-destruir?
Será que há alguém capaz de te impedir?

Não eu!!!

Quem pode, pode e quem não pode morre!

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AOS POUCOS
(Eddie / Schneider)

Cansei de tanto andar
De caminhar e te procurar
No vale da morte nunca vou te encontrar
No meu caminho eu errei
É impossível voltar atrás
Se arrependimento fosse fatal

Talvez se tudo fosse um dia normal
E o que passou pudesse não ser igual
E se a morte não souber quem eu sou
Serei pra sempre alguém que não acordou

A dor
É tão pequena comparada ao ódio
De ver você sumir de dentro de mim
O tempo não respeitou
A saudade que eu senti

Seus olhos vão dizer
O que por anos você não quis dizer
Mas não espere que eu vá sumir
E desde quando eu pensei
Que algo assim pudesse existir
E destruir cada pedaço que eu sou

A escuridão da noite vai me aquecer
Mesmo sabendo que vai amanhecer
Um cinza sol vem devorando as entranhas
Em preto e branco e suas nuvens estranhas

A dor
É tão pequena comparada ao ódio
De ver você sumir de dentro de mim
O tempo não respeitou
A saudade que eu senti

E aos poucos vou perdendo você
O desespero aos poucos vem me abater
Somente o que apagou não pode dizer
Se o anjo caido acabou de morrer

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OJERIZA
(Eddie)

Por que é tão simples despedir-se de mim?
Por que é mais fácil quando eu não estou aqui?
Por que essa farsa de gostar de me ver?
Por que que nada é como parece ser?

Eu nunca quis precisar disso pra ouvir que acabou
Mas será que é mais tranquilo quando eu ignoro a dor?

Por que o mundo nunca me perdoou?
Por que as pessoas não me vêem como eu sou?
Por que eu sempre penso em estar com você?
Por que que você nunca me procurou?

Eu nunca quis me afastar pra ver de fora como eu sou
Mas será que é tão horrivel pra você saber como eu estou?
E mesmo assim tudo o que eu faço é pra conter o medo
De estar perdido noutro lado do meu mundo negro

Você não quer se preocupar
Um novo dia vai chegar
E ninguém vai notar minha falta
Pois ninguém quer se preocupar
Um novo dia vai chegar
Melhor queimar que ir se apagando
(e morrer aos poucos)

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CANÇÃO DOS DERROTADOS
(Eddie)

O meu telhado pode ser de vidro
mas minhas paredes são do mais puro concreto então
não vem dizer que sabe o que está acontecendo
e que melhores dias virão
...melhores dias (porra nenhuma)
nada vai acontecer pra mim
e não há nada que se possa fazer
Só deixar tudo isso acontecer

Olha pra mim e diz
Se eu sou aquilo que você sempre quis
Diz alguma coisa que me faça feliz
Eu não pretendo fazer igual
Olha em volta de você e tenta entender
Eu não mereço você

Faz mais de um ano que não chove
e minha boca seca tenta explicar
Alguma coisa sem explicação
e quando eu penso em tudo o que aconteceu
Meu olho seca e não tenho sentimentos
...isso é tudo que sobrou de mim
E não há nada que se possa fazer
Só deixar tudo isso acontecer
E não há nada que eu possa fazer

Olha pra mim e diz
Se eu sou aquilo que você sempre quis
Diz alguma coisa que me faça feliz
Eu não pretendo fazer igual
Olha em volta de você e tenta entender
Eu não preciso ser igual a você
E não há nada que se possa fazer

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PARANÓIA
(Eddie / Schneider)

Eu tento não me descontrolar
Com tanto sofrimento e dor
Mas fui o próprio a executar
Esse cadáver que você deixou

Tua forma mais cruel de ver
vem de noite me atormentar
Todo o mal que existe em você
Sou eu quem vai te exorcizar

Não vai mais haver nós dois
Não quero ter que te aguentar
E enquanto um de nós viver
Vai ser sempre paranóia

Ver teu rosto desconfigurar
Pela minha velha obcessão
E m mudar o que não posso ter
A lterando minha percepção

E nem pense que vou me importar
Com o rastro de destruição
O pior da minha miséria é ser
Perseguido por uma ilusão

Não vai mais haver nós dois
Não quero ter que te aguentar
E enquanto um de nós viver
Vai ser sempre paranóia

Nada vai mudar em mim
(Não posso ser, não vou mudar, não quero ser, me entregar)

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TÃO ASSIM
(Schneider)

Às vezes me pergunto, sonhando ou acordado
Se alguma coisa existe, além do que eu possa ver
Em tudo me concentro, depois eu me diluo
Virando algo seco, rasgado e imundo
Tentando achar respostas, que não vêm a calhar
Por algo que eu não posso, ao menos encontrar

Queimando galho seco, rasgando bem no fundo,
Estranho e diferente, como de outro mundo
Meu gosto de pecado, divino e oriundo
Agora dá lugar, a mais um submundo

Mas nada mudou, como tem que ser
Me perco aqui, sombrio outra vez
Mas nada mudou, não quero entender
Me Perco aqui em início, meio e fim

Voltando de um lugar, onde fui jubilado
Penumbra é a cor do ódio, estou crucificado
A luz se apagou, ninguém vai me salvar
Então me desespero, pertenço a um não-lugar
E a cada pensamento me desabo em lógica
Como se todos fossem um suporte frio
E me transporta em choro
Me faz delirar com teu cheiro podre

Mas nada mudou, nem o que eu posso ter
Me perco aqui, em ser tão assim
Mas nada mudou o que posso ver
Me perco aqui e não é tão ruim

Aqui
Aos pedaços
Cheios de dor
Me estrago em rancor

Nada mudou, como tem que ser
Vazio assim, sombrio outra vez
Mas nada mudou, o que eu posso ver
Apagado é o fim, de todos e de mim

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FAKE
(Eddie / Schneider)

That’s just plastic
Nothing else but me
Engaged on my fucking wracked way of being
So don’t even try to screw it out of me
Sorry you’re all covered with my disease

Even if all the angels were fallen down from heaven and quiet stares at me
I could not show you my number seven without keep hurting you

Aching bones under pale skin
A fucking pleased trigger just beneath my skin
A broken piece of lack annoying everything
Hollow leaves going down the stream

Pull my secrets from you cell
My jealousy about my selfish being
Stop crying baby I’m not your taste
It’s just my blade keep hurting me

Creeping parts of me
Naked reality
All I used to be
Shows that I’m a fake

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